Política

Vereadores apresentam retrospectiva do fechamento do Postão 24 Horas

Renato Oliveira e Rafael Bueno foram à tribuna nesta quinta-feira
17 de outubro de 2019 às 14:13
Foto: Gabriela Bento Alves, Câmara Municipal

Durante a sessão ordinária desta quinta-feira (17), na Câmara Municipal de Caxias do Sul, os vereadores Renato Oliveira (PCdoB) e Rafael Bueno (PDT) se manifestaram na tribuna do Legislativo. Em ambos os casos, suas declarações foram direcionadas ao atual um ano do fechamento do Pronto Atendimento 24 Horas, que encerrou as atividades no dia 16 de outubro de 2018.

No dia 2 de outubro de 2018, Oliveira disse que uma comitiva de vereadores caminhou até a prefeitura para tentar conversar com o prefeito Daniel Guerra (Republicanos), mas o grupo não foi recebido pelo chefe do Executivo. Paralelamente, no mesmo dia, houve um ato contra o fechamento do Postão 24 Horas. Até então, a prefeitura garantia que não iria encerrar o serviço, de acordo com o parlamentar.

Dias depois, porém, Daniel Guerra anunciou o encerramento dos serviços pelo prazo de seis meses. “A falta de diálogo com o Legislativo é a marca do atual governo”, sentenciou Oliveira. Em aparte, a vereadora Denise Pessôa (PT) disse que Caxias do Sul está de luto na saúde pública. Edio Elói Frizzo (PSB) opinou que o chefe do Executivo precisaria de atendimento em uma instituição psiquiátrica.

A declaração de Rafael Bueno voltou ainda mais no tempo. Ele relembrou encontro que ocorreu no dia 30 de setembro de 2017, quando começaram a surgir boatos sobre possível fechamento do Postão 24 Horas. Afirmou que iniciou conversações com lideranças e fez parte de protesto em prol da saúde pública em frente à prefeitura. “Foram arrecadadas em torno de 30 mil assinaturas para impedir o fechamento do Pronto Atendimento 24 Horas, mas no dia 16 de outubro do ano passado, o prefeito fechou as portas”, disse Bueno.

Ambos os parlamentares mostraram no telão do plenário notícias veiculadas na imprensa após o fechamento do Postão 24 Horas. Grande parte das matérias indicava a exoneração de médicos e a falta de serviços para a população.





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