Comunidade

Uniftec e Randon lançam projeto social

Iniciativa vai preparar jovens em vulnerabilidade social para o mercado de trabalho tecnológico
07 de novembro de 2019 às 12:56

Em parceria, o Grupo Uniftec, as Empresas Randon e a Secretaria do Trabalho e Assistência Social do Estado desenvolverão o projeto Programando o Futuro. A oficialização da parceria, na terça (5), marca o início de nova iniciativa do Instituto Elisabetha Randon, braço de atuação da organização empresarial em responsabilidade social.

Evento reuniu autoridades regionais e estaduais para apreciação dos novos projetos (Foto Divulgação)

O projeto social vai oferecer aulas de programação para jovens em situação de vulnerabilidade social. O objetivo é estimular a criatividade entre crianças e adolescentes, desenvolvendo atividades que proporcionem a fluência no uso das novas tecnologias. O intuito é preparar o caminho da tecnologia como uma opção de futuro.

A iniciativa é parte do Programa Florescer, uma das iniciativas de cunho social do Instituto Elisabetha Randon. O plano tem duração de 12 meses, é dividido em quatro fases e destinado para crianças de 11 a 14 anos – a primeira turma já conta com 40 jovens inscritos.

O Grupo Uniftec é responsável por toda a organização educacional do Programando o Futuro, oferecendo corpo docente e estrutura de ensino. A metodologia, também desenvolvida pela instituição, é composta por três vertentes: conhecimentos sobre programação, empreendedorismo e storytelling.

O reitor do Grupo Uniftec, Cláudio Meneguzzi Jr., evidencia o impacto do projeto como uma das suas principais contribuições. "O Programando o Futuro surge em um momento de transformação digital, preparando jovens para serem agentes ativos e fluentes em novas tecnologias, fonte de oportunidade e inserção social”, salienta.

Às Empresas Randon caberá toda a infraestrutura e organização que o projeto precisa para entrar em atividade. Cristina Fadanelli, responsável pelo Programando o Futuro dentro da empresa, aponta seu aspecto social como principal relevância. "O projeto tem como objetivo não somente utilizar a tecnologia para aprendizagem e inovação, mas se tornar um agente de construção do conhecimento. A utilização de ferramentas digitais aproximará estes jovens do mundo do trabalho", aborda. O governo gaúcho contribui por meio de incentivo fiscal - a Lei da Solidariedade, programa estadual de apoio à inclusão e promoção social, é o principal deles.

As atividades terão início em novembro, com o treinamento e capacitação dos professores envolvidos na ação. Em dezembro, ocorre a identificação do problema para alinhar os conteúdos com as demandas locais e, em seguida, a primeira etapa de qualificação de educadores sociais do Florescer. As aulas começaram em fevereiro de 2020.





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