Política

PISO REGIONAL: Piratini propõe R$ 1.237

O governo do Estado protocolou, na tarde desta segunda (1), na Assembleia Legislativa, o projeto de lei que propõe reajuste de 3,4% ao salário-mínimo regional, baseado na inflação
02 de abril de 2019

O governo do Estado protocolou, na tarde desta segunda (1), na Assembleia Legislativa, o projeto de lei que propõe reajuste de 3,4% ao salário-mínimo regional, baseado na inflação do período. O reajuste é retroativo a 1° de fevereiro, data-base do piso. Com isso, a menor faixa passa de R$ 1.196,47 para R$ 1.237,15. Já a maior, vai de R$ 1.516,26 para R$ 1.567,81.

A primeira faixa é paga para trabalhadores domésticos e da agricultura e pecuária. Para os trabalhadores das indústrias de vestuário e calçado, a base será R$ 1.265,63. Os trabalhadores das indústrias de mobiliário, químicas e farmacêuticas terão mínimo regional de R$ 1.294,34 e os da atividade metalúrgica, R$ 1.346,46. O valor-base de R$ 1.567,81 contempla trabalhadores técnicos de nível médio, tanto em cursos integrados, quanto subsequentes ou concomitantes.

As centrais sindicais reivindicavam aumento de 8,43%. O pedido foi feito em 30 de janeiro, durante audiência com o chefe da Casa Civil, Otomar Vivian/PP. Os dirigentes sindicais entregaram estudo feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, fundamentando a demanda, em que o índice incluía o reajuste de 4,61%, aplicado pelo governo de Jair Bolsonaro/PSL no salário mínimo nacional, em janeiro, e a perda de 3,65% no governo de José Ivo Sartori/MDB, que concedeu dois reajustes abaixo da inflação durante o mandato. As centrais queriam resgatar a diferença de 30% acima do mínimo nacional, vigente entre 2002 e 2004.





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