Política

Julgamento do Caso Magnabosco é novamente adiado

29 de agosto de 2019 às 12:09

O caso Magnabosco continua se arrastando no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O julgamento, que estava na pauta desta quarta-feira, foi novamente adiado pelo tribunal, por conta de um compromisso particular do ministro Herman Benjamin, que o obrigou a deixar a sessão antes do fim. Com isso, o caso volta a pauta no 11 de setembro. O julgamento começará por  Benjamin, já que ele pediu vista da ação.

A decisão frustrou a comitiva formada por sete integrantes do Executivo caxiense, que havia viajado a Brasília (DF) para acompanhar o julgamento. Foram à capital o prefeito Daniel Guerra; a diretora executiva Patrícia Ferreira; o chefe de gabinete e irmão do prefeito, Chico Guerra; o titular de Desenvolvimento Econômico, Emílio Andreazza; a secretária de Governo, Patrícia Haubert; a procuradora-Geral adjunta, Geraldine Gollo de Oliveira; e a procuradora Janaína Batassini. Representando o Legislativo, o vereador Adiló Didomenico também acompanhou a sessão.

O caso Magnabosco é considerado uma ameaça à saúde financeira do Município. Em caso de derrota nos tribunais, pode representar o pagamento de indenização calculada em mais de R$ 600 milhões. O processo se refere à cedência de um espaço pela família para a construção da sede da Universidade de Caxias do Sul (UCS). Só que isso não ocorreu, e a área foi devolvida à família. Posteriormente, houve uma invasão da área, resultado no bairro 1º de Maio. A prefeitura foi incluída como ré no processo - o que está em julgamento no STJ agora.





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