Economia

Investimento em presentes para as mães será de R$ 180

Valor representa acréscimo de 5% sobre o que foi gasto na data comemorativa do ano passado
18 de abril de 2019 às 12:53
Foto: Foto: BD

Os gaúchos estão dispostos a gastar, em média, R$ 180,37 para homenagear as mães pela data comemorativa no início de maio. Na comparação com a mesma ocasião em 2018, os números estão mais otimistas, quando o investimento médio pessoal foi de R$ 171,27. A quantidade média de presentes também é maior: passou de 0,97 para 1,12 unidade por pessoa. Em média, os presentes devem custar R$ 144,19. Além dos presentes, 64,4% pretendem participar de algum evento alusivo à data, como almoço ou jantar especial em casa, opção de 71,4%, e refeições em restaurantes, no caso de 25,4% dos entrevistados. Os dados são da Pesquisa de Dia das Mães 2019, divulgada nesta quarta-feira (17) pela Fecomércio-RS.

Entre os entrevistados, 27% afirmaram que gastarão mais ou muito mais do que no ano passado, enquanto 18,8% relataram que devem diminuir o gasto. A projeção de manter o mesmo valor de 2018 foi apontada por 54% dos participantes. Os homens estão entre os mais dispostos a gastar, com R$ 207,61, em média, enquanto as mulheres, mais cautelosas, projetam gasto pessoal médio de R$ 149,67. Os itens de vestuário e perfumes/ cosméticos estão entre os que concentram maior interesse dos filhos, com 44,7% e 17,7%, respectivamente, das intenções de compra. Na sequência estão eletroeletrônicos e eletrodomésticos, escolha de 13,2% das pessoas ouvidas. Os calçados, que figuravam na terceira posição em 2018, caíram uma, sendo a preferência de 11,4%. Do ponto de vista social-econômico, perfumes e cosméticos são a preferência entre as faixas de valores mais elevadas, enquanto os calçados são a principal opção da classe de baixa renda. Com 60,3%, as lojas de centro das cidades foram novamente indicadas como os locais prediletos para as compras. Elas são a opção de 70,2% entre os entrevistados de classe baixa. Entre a classe alta, a preferência é de 49,6%. Em seguida, foram citados os shopping centers, com 24,2%, opção que se concentra mais na classe alta, com 31,1%; centros comerciais, com 13,5%; e lojas de bairro, 10,9%.  





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