Cidades

Comitiva caxiense trata de educação e infraestrutura

12 de setembro de 2019 às 09:51
Foto: Divulgação

O reitor da Universidade de Caxias do Sul, Evaldo Kuiava, e o procurador jurídico da Fundação Universidade de Caxias do Sul, Rui Bresolin, integraram missões do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung) e da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC) que cumpriram agendas com autoridades federais em Brasília, na terça e quarta-feira (10 e 11). Em um dos encontros desta quarta, a comitiva do Comung foi recebida pelo deputado gaúcho Giovani Cherini (PR) com o objetivo de verificar a viabilidade de obtenção de recursos por meio das rubricas do Projeto de Lei Orçamentária Anual 2020. Na Consultoria de Orçamento da Câmara Federal, foi constatada a possibilidade de transferência de recursos, via Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, na unidade orçamentária de Fomento à Pesquisa e Desenvolvimento voltado à inovação e ao processo produtivo. Pelo mesmo item é possível operar a destinação de bolsas de iniciação científica e de inovação tecnológica.

Um resumo do escopo do projeto será repassado até o dia 17 de setembro para o deputado Cherini e uma apresentação do pleito será feita à bancada gaúcha no dia 24. Paralelamente, o Comung pretende intensificar os contatos com parlamentares, buscando apoio à proposta, e trabalhar na elaboração de um projeto definindo programa, ação, valor e beneficiárias.

Nos encontros com lideranças parlamentares, a comitiva pediu apoio para a inclusão de Caxias do Sul e região no plano nacional do modal ferroviário e adequação do traçado da BR-116 ao tráfego de novas composições de veículos de cargas e de passageiros. A reforma tributária também foi lembrada no documento de duas páginas entregue aos deputados. "É preciso tornar o sistema tributário mais justo, menos regressivo, mais progressivo e, especialmente, mais neutro. São muitos os problemas que enfrentamos no atual sistema tributário. A maior parte da tributação brasileira incide sobre o consumo e os salários, o que desestimula a economia e agrava as desigualdades", diz o ofício.





Publicidade