Aparte

27 de junho de 2019 às 08:40
Foto: Gabriela Bento Alves, Divulgação

CAXIAS DAS HORTÊNSIAS?

 

Na tribuna da Câmara de Caxias, ontem, o vereador Gustavo Toigo/PDT utilizou exemplos de eventos de comprovado sucesso e atração turística, como a ExpoBento e Fenavinho, de Bento Gonçalves, e a celebração de Corpus Christi, em Flores da Cunha, para criticar a intenção do Executivo de incluir Caxias do Sul na rota turística da Região das Hortênsias. “Uma coisa totalmente fora de padrão, fora da lógica. Temos uma proximidade enquanto localização geográfica, mas a nossa vocação é outra. Nós participamos da Região Uva e Vinho. É uma ideia mirabolante”, salientou.

 

VETO POLÊMICO

 

O 13º veto total do Executivo a projetos aprovados pela Câmara de Vereadores, este ano, será votado na sessão de hoje (27). Trata-se da contestação do prefeito Daniel Guerra ao projeto que denominou com o nome da ex-vereadora Geni Peteffi o Dia Municipal de Luta Contra o Câncer de Mama. A justificativa é de que a matéria é inócua e fere o princípio do interesse público.

 

Judiciário susta obra na praça

 

A liminar à Ação Civil Pública impetrada pelo cidadão Gilberto Carlos Zago para suspender qualquer reforma na Praça Dante Alighieri, sem a autorização da Câmara, reforça o papel constitucional do Legislativo. Esta é a avaliação do vereador Eloi Frizzo/PSB - um dos autores do projeto de lei, que pretende tornar as bancas de revistas e jornais como patrimônio histórico do Município.

“Que bom que o Judiciário recoloca as coisas no seu devido lugar. Quando votamos a Lei Orgânica, já colocamos lá a necessidade da outorga legislativa, porque mexe com o patrimônio da cidade. A decisão judicial mostra, mais uma vez, que este é um governo que está batendo cabeça. O tal governo do gestor, o cara que sabia tudo. Disse que ia fazer tudo diferente, e está fazendo: para pior”, afirma Frizzo.

 

 A RÉPLICA DA ÉTICA

 

O ex-presidente da Comissão de Ética, vereador Renato Nunes/PR, por duas oportunidades, se justificou perante os argumentos do atual líder do grupo, Rodrigo Beltrão/PT, para reabrir os trabalhos da subcomissão que investiga Chico Guerra. Nunes tentou desconstituir as alegações de Beltrão. “Inclusive, na época, foi ouvido o vereador Rafael Bueno. Foi oportunizado também para o vereador Chico Guerra fazer a sua defesa, comparecer, ser ouvido, mas ele optou por se defender por escrito. Essa fala de que a comissão ficou parada, que não cumpriu prazos, me desculpe, não é verdadeira”, justificou.