Cidades

SAÚDE: Moinhos de Vento abre nova emergência pediátrica

Estrutura ampliará capacidade de atendimento em 40%
08 de maio de 2019 às 11:09
Foto: Leonardo Lensku, Divulgação

A nova Emergência Pediátrica Elone Schneider Vontobel, do Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre, já está à disposição da comunidade gaúcha. Localizada no bloco A da instituição, a estrutura possibilitará aumento de 40% nos atendimentos às crianças e fortalecerá o sistema de saúde na capital gaúcha, que há 15 anos não apresenta um novo serviço de emergência pediátrica. A unidade iniciou o funcionamento nesta segunda (6).

Ocupando área de 500 m², o prédio dispõe de 20 leitos, sendo 10 para observação e 10 para medicação. Outras duas salas recebem atendimentos de urgência. Cada turno tem uma equipe de quatro médicos, dois enfermeiros e quatro técnicos de enfermagem, além da equipe administrativa e de apoio, para realizar as atividades com mais agilidade. No total, são 80 profissionais dedicados às rotinas.

O investimento de R$ 12 milhões teve o apoio filantrópico dos empresários João, Ricardo e Rodrigo Vontobel. O termo de doação foi assinado em janeiro e as obras concluídas em três meses. "Estamos muito realizados em entregar a obra pronta e ajudar a sociedade, com o Moinhos tendo ainda mais condições de atender com excelência as crianças. É, também, uma justa homenagem que fazemos à nossa mãe, que tanto contribuiu para os negócios da nossa família", contou Rodrigo Vontobel.

De acordo com o superintendente executivo do Hospital Moinhos de Vento, Mohamed Parrini, a iniciativa amplia e qualifica o pronto-atendimento do hospital, elevando o patamar de saúde na capital. "Será um espaço de referência na linha de cuidados pediátricos na cidade. Todo o ambiente da emergência pediátrica foi planejado para aumentar a produtividade e aproximar o espaço da emergência adulta, exames e cirurgias", destacou.

Com aplicação do modelo americano FastTrack, a média atual de 70 atendimentos por dia deverá chegar a 120. O objetivo do sistema é reduzir a espera, contando com uma equipe clínica dedicada aos procedimentos de urgência de baixa complexidade. O foco será nos tratamentos de doenças respiratórias, oncologia e hematologia.

A proposta de um núcleo capaz de conter a superlotação na unidade é apontada pelo superintendente médico do Moinhos de Vento, Luiz Antonio Nasi. "Criamos um sistema com médicos à retaguarda para situações de menor urgência. Estamos nos adiantando aos períodos de aumento nos casos de doenças respiratórias, como o inverno, para impedir que a funcionalidade tenha obstruções".





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