Política

CAMPANHA SALARIAL: Sindiserv apresenta pauta de reivindicações

Prefeitura e direção do Sindicato dos Servidores Municipais (Sindiserv) se reuniram, na tarde desta terça-feira (26), na primeira mesa de negociações da campanha
28 de março de 2019

Prefeitura e direção do Sindicato dos Servidores Municipais (Sindiserv) se reuniram, na tarde desta terça-feira (26), na primeira mesa de negociações da campanha salarial deste ano. O encontro, realizado na Secretaria de Recursos Humanos e Logística, reuniu a secretária Vangelisa Lorandi, a presidente da entidade sindical, Silvana Piroli, e integrantes da diretoria. O sindicato entregou documento contendo 26 itens como pauta de reivindicações, que serão analisadas pelo Executivo.

Conforme Vangelisa, será formado um grupo de trabalho multissetorial para analisar a proposta. “Precisamos analisar o contexto atual e, apesar da previsão de crescente econômica, necessitamos do controle sobre as contas públicas e da manutenção da estabilidade financeira do Município”, antecipou-se a secretária.

Silvana Piroli disse que a perspectiva de aumento de arrecadação pelo Município é um fator que favorece a concessão de ganho real de salário do funcionalismo público. “Vamos aguardar a avaliação e o retorno do Executivo. Temos boas perspectivas para este ano, visto que há um crescimento econômico que viabiliza a valorização dos servidores”, projetou.

O Sindiserv quer ganho real de 3% nos salários, além da trimestralidade concedida por lei aprovada pela Câmara de Vereadores. Este ano, os servidores receberam 0,13% de recomposição salarial na folha de janeiro, referente à média inflacionária do período outubro-dezembro de 2018.

A entidade ainda pede o fim das distorções da lei complementar 409/2012, a fim de garantir salário igual para trabalho igual; o cumprimento do artigo 22 da lei federal 3.999/61, que estabelece a equiparação salarial entre médico e cirurgião-dentista; o pagamento de periculosidade para cirurgiões-dentistas endodontistas que no desempenho de suas funções ficam expostos a radiações ionizantes (raios x); e o fim das terceirizações e das gestões compartilhadas no serviço público, uma vez que, segundo o Sindiserv, além de precarizarem o trabalho, prejudicam financeiramente o Ipam/Saúde e o FAPS.





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